• Da pré-história dos quadrinhos ao pós-modernismo gibístico!

    ESPECIAL ALAN MOORE: PARTE I


    Epecial Alan Moore | 4Shared| Mediafire | Rar | Cbr | CBZ

    Tempos atrás criei um especial do Alan Moore e para minha surpresa os arquivos foram deletados pelo eSnips. Resolvi atualizar e ampliar o especial que agora está dividido em duas partes:
    - Parte I: Lançadas no Brasil
    - Parte II: Inéditas.
    Na primeira parte, vocês encontrarão apenas as histórias clássicas do nosso querido bardo britânico.
    Sem mais delongas...
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    1. MIRACLEMAN
    Vamos iniciar com aquela que na minha opinião é o maior clássico do Alan Moore: Miracleman.
    Miracleman é uma história ganhadora de mais de 10 prêmios do mercado de quadrinhos. É considerado uma das obras-primas de Alan Moore junto com Watchmen.
    Para falar sobre este personagem, seria necessário uma postagem exclusiva, assim, para aqueles que querem saber mais sobre o personagem deixo algumas dicas para a leitura:

    O que conta no final é que o verdadeiro Miracleman dos quadrinhos é Alan Moore. Talvez o único escritor capaz de fazer milagres com um personagem plagiado de um plágio, tornando-o referência para qualquer um que goste de quadrinhos e, mais do que isso, de uma história bem contada.
    Fazendo juz ao nome "Especial",  trago a vocês a exlusivíssima história JAMAIS contada que ocorre entre as edições #3 e #4, ou seja, seria a edição #3,5.
    Nela, sabemos um pouco a mais sobre o que ocorreu no laboratório do dr. Gargunza após a invsão no Miracleman, mas do ponto de vista de dois faxineiros.
    Mesmo não sendo todas as edições ecsritas pelo Moore (da edição #17 a #25 escrita por Neil Gaiman e o Apocrypha por diversos autores) todas estão aqui e a história publicada na revista Warrior.



    2. MONSTRO DO PÂNTANO

    Esse talvez seja o seguno quadrinho mais complexo que o Alan Moore trabalho (o primeiro é watchmen). Nele, Moore teve que reestruturar tudo, pois o título estava a beira de ser cancelado pela segunda vez .
    Moore e apenas "refez" tudo: como criou uma origem; colocou o Monstro em um outro patamar existencial, deixou de ser um homem com "mutante" para torná-lo um ser elemental da natureza, ou seja, Alec Holland nunca seria "curado" e o Monstro absouveu suas memórias, habilidades e conhecimentos.
    Como sempre em seus trabalho, Moore gosta de "organizar a casa" antes de começar e em Monstro do Pântano não foi diferente, iniciou sua participação no título com uma revista entitulada "Pontas Soltas", onde deixou tudo organizado para aquela - que na minha opinião - foi a maior alteração em um personagem já feita até hoje.
    Temáticas ambientais, drogas e espirituais eram recorrentes nas edições escritas por Moore e de sobra, na edição #34, criou John Constantine e seu "capuz do inferno" (Heelblazer) usando referências obscuras em suas histórias.
    Moore foi responsável pelos roteiros do Monstro do Pântano até a edião #64 em 1987.
    Para saber mais, clique AQUI e leia a matéria o Universo HQ ou veja AQUI a entrevista que o próprio Moore deu falando o Monstro do Pântano




    3. V DE VINGANÇA

    Antes mesmo de fazer qualquer sucesso como escritor de quadrinhos, Moore sempre usou seu vasto conhecimento da literartura nas suas obras.
    V de Vingança, como todas as suas obras, é recheada de citações musicas, literárias, religiosas, etc.

    Na primeira aparição de "V", Moore coloca nada mais nada menos que

    "V" defende a anarquia pura, a necessidade de destruir o atual e daí se criar um novo. Obviamente, uma sociedade reprimida por um estado totalitário responde rapidamente, se apegando ao conceito como tábua de salvação. Assim, os ideais anarquistas se multiplicam e encontra eco.
    Mais do que uma mártir, um herói ou um revolucionário, "V" representa o ideal anarquista que prima pela ausência de domínio e pelo direito individual.

    Ao passear por um mundo fascista fictício, onde todos os aspectos da vida cotidiana são censurados, inclusive os culturais, como livros, músicas, teatro, cinema etc, Alan Moore ao mesmo tempo evidencia a importância da cultura para a manutenção das liberdades individuais e alfineta a ignorância dos detentores do poder. Num sistema em que o estado vigia a liberdade, a pergunta nasce espontaneamente: quem vigia os vigilantes?

    Um texto com predições sombrias e visão política clara sobre o papel do estado na vida do cidadão, na mesma linha do livro 1984, de George Orwell. Moore mostra um mundo no qual o estado vigia e oprime o cidadão.

    Se o texto de Alan Moore é esplendido, o mesmo se pode dizer da arte de David Lloyd. O artista cria uma Londres noir, nostálgica e paradoxalmente futurista. O uso de luz e sombras em doses exatas proporciona ora a percepção do pessimismo reinante (e ai se vê uma cidade triste e sombria), ora um vislumbre da esperança observada, sobretudo, na face das pessoas.

    Abaixo, segue duas versões publicada aqui em terra brasilis. A versão um foi a publicada pela Ed. Globo e a versão dois pela Panini.




    4. A PIADA MORTAL

    Escrevo essas humildes linhas para falar sobre uma das Graphic Novels que mais amo. Não é um lançamento ou um desses encadernados com quase 600 páginas. Em simples 48 páginas nós somos arremessados em um universo doentio e violento, o que não implica em dizer que o amor e a esperança estão ausentes.

    Li há mais de 20 anos a minha primeira edição de "A Piada Mortal". Lembro com absoluta certeza que a li por quase um dia inteiro, saboreando cada quadrinho como se fosse uma iguaria. Na verdade, a HQ é um banquete para os amantes da Nona Arte.

    Foi na década de 90 (ou antes) que descobri a narrativa de Alan Moore, a alta dosagem de psicologia embutida na trama que me fez filosofar por anos acerca do tema. Garanto: vocês irão pensar e, meses depois, serão flagrados divagando sobre o questionamento principal da história: será que um péssimo dia pode decretar a perda permanente da sanidade de um homem? A resposta (ou uma delas) está nas páginas da HQ que, hoje em dia, poderia sofrer cortes por seu conteúdo.

    Antes de citar quais são algumas dessas partes polêmicas, vamos à premissa da história...

    Batman e Coringa são inimigos de tempos longínquos, mas isso certamente pode causar a morte de um deles caso a violência perdure. A rota de colisão precisa ser interrompida e esse desejo leva o Morcego até o asilo Arkham. A partir daí, o caos se instaura.

    Com o decorrer da trama, vocês irão se deparar com muitas situações repulsivas, porém coerentes com o contexto. Alerto que não há o pudor - ou hipocrisia? - de hoje. Sendo assim, assassinato, estupro, terror psicológico, tortura e medo estarão intrinsecamente ligados, proporcionando ao leitor uma experiência crua e incômoda, porém construtiva.

    A arte é impagável e já consagrada. A escrita de Alan Moore (Watchmen) irrepreensível. Colorização clássica de John Higgins, mas melhor que muitos trabalhos digitais.

    Um detalhe especial está na transição entre cenas, conectadas por situações e cenas similares de grande força visual. Outro ponto muito interessante está na visível homenagem ao clássico do cinema Freaks, de 1932.

    Bem, pouco resta a dizer sem que sejam fornecidas informações que iriam tirar-lhes o prazer da leitura e, por isso, fica meu apelo: o que estão esperando para ler essa obra-prima?




    5. WATCHMEN

    Deus, o que dizer dessa revista?
    Essa frase sempre vem a minha cabeça quando tenho que escrever algo sobre Watchmen.
    Ela é considera a melhor história em quadrinho de todos os tempos.
    Recebeu prêmios de literatura que jamais foram dados a um quadrinho.
    Então, segue um esforço:
    Como seria o mundo se um bando de gente resolvesse vestir fantasias e sair por aí fazendo justiça com as próprias mãos? Que efeitos a existência desses vigilantes teria em campos como política e comportamento? E mais, e se existisse realmente um ser superpoderoso, será que a presença dele seria capaz de mudar o rumo da História como a conhecemos?

    Para quem sempre se fez estas perguntas, Watchmen  é a série que traz todas as respostas. Tida por muitos críticos e fãs como a história definitiva de super-heróis, a obra de Alan Moore  e Dave Gibbons, ao jogar o pessoal mascarado num realismo até então inédito para a época em que foi lançada (1986 a 1987 nos EUA), tornou-se um clássico instantâneo das HQs, uma verdadeira obra de referência para o gênero.

    A história se passa em 1985 e começa com o assassinato de Edward Blake, a identidade civil do justiceiro conhecido como Comediante. O desequilibrado Rorschach, o único que se recusou a se aposentar quando, em 1977, foi aprovada uma lei que tornaria o vigilantismo ilegal (e, portanto o torna um fora-da-lei caçado pela polícia), decide investigar a morte de Blake e as evidências apontam para um possível matador de mascarados. No entanto, à medida que a trama avança, ele irá descobrir que a coisa é bem maior do que imaginava.

    No universo imaginado por Alan Moore, os heróis surgiram na virada dos anos 40 para os 50, se aposentaram com a aprovação da tal lei de 77, e tirando Rorschach, que se recusou a pendurar a máscara e o sobretudo, apenas o Comediante e o Dr. Manhattan continuaram na ativa, como agentes do governo. Aliás, o Dr. Manhattan é a única pessoa que possui dons sobre-humanos. Vítima de um tradicional acidente de laboratório, ele ganhou o poder de... bem, fazer absolutamente tudo que lhe der na telha. Desde se teleportar até enxergar eventos futuros. Legal, né?

    Com a presença desse deus entre homens, os EUA venceram a Guerra do Vietnã, o escândalo de Watergate nunca aconteceu (há uma pequena explicação sobre isso) e Richard Nixon ainda é o presidente estadunidense. Além disso, sua existência permitiu avanços tecnológicos, como o fato de todos os carros serem elétricos. No entanto, ainda há a Guerra Fria e, com o Dr. Manhattan do lado dos capitalistas, a balança de poder é desequilibrada, aumentando ainda mais a tensão do período. Os soviéticos temem um ataque dos EUA amparados pelo ser superpoderoso, e por isso aguardam apenas a primeira oportunidade de Manhattan estar desabilitado para atacarem primeiro. Nesse contexto, a tensão é palpável e crescente durante toda a série e o mundo está à beira da 3ª Guerra Mundial.

    E a morte de Blake, de alguma forma, se encaixa em todo esse contexto político, fazendo parte de um engenhoso plano para... bem, é melhor eu não falar mais nada para não estragar a revelação para quem ainda não leu a HQ. E acredite, é uma surpresa que só mesmo a mente insana de Moore poderia proporcionar.

    A série não envelheceu nada. Continua forte e intrigante. Os personagens são muito bem construídos e, mesmo com um elenco grande de figuras principais, além de diversos coadjuvantes, consegue desenvolver todos eles, tornando-os tridimensionais. Além disso, há um forte lado psicológico bem trabalhado e a narrativa não despenca nem por um minuto, algo que numa maxissérie em 12 capítulos seria até natural.

    E para quem gosta de História, mesmo com as mudanças perpetradas pela presença do Dr. Manhattan, o período da Guerra Fria é muito bem retratado. Alguns personagens secundários manifestam suas opiniões sobre o assunto de maneiras muito similares a coisas que eu ouvi na vida real. Sim, eu me lembro bem desse período e atesto que ele foi muito bem captado por Moore.

    Entre os grandes momentos da HQ, destaco a violenta história de vida do Rorschach (origens sempre são legais), a alienação do poderoso Dr. Manhattan quanto ao resto dos humanos (a certa altura, ele compara Ozymandias, o homem mais inteligente do mundo, a um reles cupim) e a revelação do plano que movimenta toda a trama, quem é seu autor, e por que arquitetou tudo isso.

    Além disso, a trama é toda entrecortada por flashbacks dos tempos áureos do povo fantasiado, que ajudam a elucidar questões importantes da história e ainda estabelece a dinâmica entre os personagens.

    Como complemento, Moore escreveu apêndices ao final de cada edição, como se fossem artigos de jornal, livros e etc, escritos pelos próprios personagens. Esses extras servem para dar ainda mais densidade e veracidade para a história.

    A arte de Dave Gibbons é outro ponto alto. Extremamente detalhista e com um cuidado extra nas expressões faciais dos personagens. A narrativa é cinematográfica e dá mesmo para visualizar tudo em movimento, como num filme. Destaque para as capas originais, que servem como o primeiro quadrinho de cada capítulo.



    6. DO INFERNO
    Do Inferno. Drama em 16 capítulos. Quatro volumes. Quase 600 páginas ao todo. Cem só de anotações referentes (os ditos "apêndices"). Preto-e-branco em fabulosos "garranchos gráficos" do mui gentil sr. Campbell, imiscuindo-se à significativa complexidade da trama tecida por nosso hirsuto Cavalheiro do Caos, Sir Alan Moore.

    Depois de estudar com bastante afinco diversos livros referentes aos crimes e à época (o que faz de Do Inferno, segundo os acadêmicos ingleses, a mais conceituada das publicações sobre Jack, a despeito de se tratar de uma obra ficcional - e em quadrinhos, ainda mais), Alan Moore formulou os princípios que o levariam a essa primorosa reconstituição. De acordo com o autor, os eventos que culminaram no terrível incidente daquele outono envolvem tanto questões políticas quanto de natureza ocultista.

    A existência de uma criança bastarda, filha do Príncipe Eddie (neto de Vitória) com uma plebéia com a qual se casara em segredo, muito amiga de uma das futuras vítimas do "estripador", acarreta em uma chantagem impertinente que sentencia as mulheres que a organizaram à morte nas mãos de uma confiável figura do Império, indicada para esse fim pela Maçonaria (instituição da qual a própria rainha faz parte). Mas acontece que essa curiosa criatura acredita estar imbuída de uma missão ainda maior, de caráter divino.



    7. TOM STRONG
    Tom Strong é de uma leitura bastante simples, com um ritmo cheio de ação, bem ao estilo dos antigos filmes e romances de aventura.

    O personagem foi concebido em 1999 para a linha America's Best Comics, o selo de quadrinhos de Alan Moore, aclamado roteirista de A Liga Extraordinária. Este personagem é uma homenagem direta aos pulps e suas tramas mirabolantes. Desde as chamativas capas "retrô" de cada edição, até os impressionantes vilões, Moore recria um mundo de perigos surpreendentes, mulheres fatais, viagens a outros mundos e perseguições eletrizantes para toda uma nova geração que é jovem demais para conhecer as fantásticas aventuras dos heróis do passado.

    A história de Tom Strong tem início quando seus pais são os únicos sobreviventes de um naufrágio ao largo da misteriosa ilha de Attabar Teru, no final do século XIX. Alguns meses após o acidente, o pequeno Tom nasce na ilha e passa a ser submetido por seu pai a uma série de experimentos destinados a torná-lo mais forte do que uma criança normal, ter um cérebro privilegiado e um tempo de vida mais longo que a maioria dos seres humanos.

    Habilidades que o ajudarão, anos mais tarde, quando, após uma grande tragédia, parte da ilha para conhecer o mundo. Envolvendo-se em grandes aventuras na fabulosa cidade norte-americana de Millennium City, Tom Strong enfrenta todo tipo de ameaças do passado, presente e futuro, desta e de outras dimensões, transforma-se numa lenda sem precedentes e é aclamado como o maior herói que já viveu.

    Ilustrado por Chris Sprouse e arte-finalizado pelo veterano Al Gordon, Tom Strong tornou-se o título mais vendido da America's Best Comics e, também, um dos mais premiados. Em 1999, por exemplo, a história A Origem de Tom Strong ganhou o prestigiado Eisner Award como Melhor História do Ano.



    8. PROMETHEA
    "Eu sou Promethea. Eu sou a voz que persiste, quando o livro termina. Sou o sonho que o despertar não apaga. Eu sou Promethea, a centelha mais impetuosa da arte. Sou toda inspiração, toda desejo. A chama da imaginação na sombra da humanidade. Sou Promethea, e trago o fogo!" Sim, ela é Promethea, a semideusa do mito e da ficção, uma das criações mais geniais de Alan Moore. Em uma Nova Iorque alternativa, envergando uma armadura dourada, tatuada com símbolos da mitologia egípcia, portando um caduceu que brilha em azul, Promethea é uma personificação poderosa da imaginação feminina.

    É difícil dizer exatamente sobre o que se trata a série. A princípio, é a história de Sophie Bangs, uma estudante pacata, que está fazendo um trabalho de fim de curso sobre Promethea, um personagem supostamente fictício que teve aparições através dos séculos, em diferentes aspectos. Ela, no entanto, descobre que Promethea é bastante real, e pode se manifestar no mundo real se alguém contar sua história, mas para isso, precisa de um hospedeiro humano. Sophie se torna este receptáculo, atendendo à necessidade do mundo em que vive, excessivamente voltado para o materialismo, por um despertar espiritual que só uma criatura de mitos e lendas pode fornecer. No fundo, trata-se de uma odisséia pelo mundo do oculto, da magia, da cabala, do tarô e do simbolismo.

    Promethea é uma obra visualmente estonteante, que pode ser interpretada de acordo com a vontade do leitor, como uma história de aventura, como um tratado sobre filosofia e magia, como uma jornada através da imaginação, em busca de significado, ou como se preferir. É um misto de literatura, poesia, ficção científica, arte e mitologia.



    9. CAPITÃO BRETANHA
    Em 1982, interessada em ressuscitar o interesse dos leitores de quadrinhos britânicos por este antigo uper-herói americano (que ganhou vida numa série semanal colorida, em outubro de 1976, escritas por Chris Claremont e desenhada por Herb Trimpe) a Marvel inglesa oncedeu a Alan Moore o papel de roteirista da sua nova série Captain Britain, que já vinha sendo publicada alí desde o nº 377 da revista regular Marvel Super-Heroes, com texto de David Thorpe e desenhos de Alan Davis, em preto-e-branco. Em junho daquele ano, aquela que se tornaria então a melhor série que o autor escreveu para a editora – tanto devido a arte de Alan Davis, quanto por sua extensão - estreiou nº. 387 da mesma revista

    Foi um episódio de somente 5 paginas, o que se repetiu no nº seguinte quando então foi repentinamente extinta...para ressurgir em janeiro de 1983 nas paginas de Daredevils, a mais nova revista da editora. Nela, Captain Britain durou até o 11º e último número.

    Dessa vez, antes de descontinuar Daredevils, a Marvel UK inaugurou outra revista, Mighty World of Marvel, para a qual transferiu o já então bem sucedido, super-herói de Alan Moore. Nela, a série foi do nº 7 ( dezembro de 1983) até o 13 (junho de 1984), quando o autor abandonou então definitivamente o título e a Editora, deixando um legado de 20 episódios.

    Embora tenha alegado desacordos com a editora, na verdade Alan Moore iniciava sua meteórica carreira nos EUA – e no mundo – escrevendo O Monstro do Pântano, e sem abandonar o cenário britânico, pois continuou publicando suas outras séries “menores “através da editora IPC.
    Com Capitão Bretanha ( como o herói foi chamado na sua estréia no Brasil, lançado pela Editora Pandora Books , em dezembro de 2001 e ainda em curso), Moore começou a destacar o seu estilo inconfundível, ainda que preso às limitações do título e do gênero até então – episódios curtos e sem uma linha argumental definida.

    Sempre se condicionou uma maior complexidade temática à estrutural, mas até nisto Alan Moore conseguiu ser exceção mostrando que o inverso também funcionaria: a brevidade dos episódios aparentemente impedindo seu desenvolvimento mais completo, a potencialização das sub-tramas, etc, o obrigou a criar uma melhor complexidade temática, qualidade que passaria – também – a começar a definir o seu estilo.

    Capitão Bretanha foi uma série ingênua, sem nada de muito exageradamente interessante, mas sua leitura ofereceria aos leitores de então um “algo mais “, como tudo o que este verdadeiro Midas dos quadrinhos tocasse as mãos daí por diante.

    O super-herói tem um lugar de destaque no panteão dos seus congêneres e, com ele, Moore assimilou, desenvolveu e aperfeiçoou indubitavelmente idéias e técnicas que o levariam posteriormente a (re) criar também aquele que foi um dos mais dramáticos super-heróis de todos os tempos, Marvelman/Miracleman, até chegar à sua verdadeira epifania no gênero, Watchmen.
    Mas estas, são outras histórias..



    10. TOP TEN
    Localizada num ponto qualquer de nosso mundo, encontra-se a grandiosa cidade de Neópolis, uma metrópole repleta de todo o tipo de problemas que a vida moderna traz: crimes, conflitos sociais, corrupção nos altos escalões e muito mais. A única diferença é que, lá, todos os habitantes possuem superpoderes. Milionários, mendigos, astros do Rock, atendentes de lanchonete, motoristas de táxi... Não importa a classe social, todos os moradores têm habilidades especiais, que usam de forma corriqueira em suas tarefas diárias, seja para se locomover, trabalhar ou praticar atividades escusas.Por isso, não é nada fácil ser policial em Neópolis. Que o diga a novata Robyn Slinger, codinome Toybox, que acaba de se apresentar para o serviço no 10º Distrito, a delegacia de polícia apelidada pelo público e pela mídia de Top Ten. Como não poderia deixar de ser, é por lá que acabam passando os maiores e mais complicados crimes ocorridos na cidade. E, para lidar com esses casos, o distrito conta com uma equipe de fantásticos homens e mulheres da lei, dispostos a fazer justiça de qualquer forma, dentro das regras impostas pelo código penal. Entre os principais policiais do Top Ten estão:Smax: um grandalhão de pele azul, considerado o tira mais durão da cidade.Jack Fantasma: Uma policial lésbica capaz de atravessar paredes.Sargento Kemlo: Um cão falante que usa um poderoso exoesqueleto.Duane Bodine: Um cowboy durão, conhecido como o Demônio da Poeira.Sinestesia Jackson: Uma policial capaz de “cheirar” sons, “ouvir” cheiros etc.Irma Wornow: Que usa uma armadura atômica, e é chamada de Irma Geddon.Sally-Joe Jessel: Ou Micro-Moça, uma legista que vai fundo em suas autópsias.Steven “Homem-Jato” Traynor: O Capitão do distrito, um ex-herói da aviação que esconde um grande segredo de todos os seus subordinados.



    10.1. SMAX
    Smax é uma mini-série derivada de Top 10. Enquanto a segunda é situada em uma realidade futurística, povoada por uma miríade de personagens intrigantes, Smax é o oposto. Smax, o gigantesco policial azul calado e resmungão do Distrito Dez, na verdade se chama Jaafs Maxson. Acompanhado por sua parceira Toybox, a policial munida com uma admirável caixinha de truques, Smax retorna a seu mundo natal para comparecer ao funeral de seu tio. Lá chegando, os dois são tragados pela vida que Smax deixou para trás, composta por parentes excessivamente afetuosos, a irmã com quem ele teve um relacionamento no passado, o monstro que não conseguiu derrotar, além de outras generalidades. Qualquer semelhança com RPG não é mera coincidência e, em um piscar de olhos, Smax e Toybox partem em uma missão para destruir Morningbright, um terrível dragão devorador de crianças, o monstro responsável pelo maior fracasso da vida de Smax.

    Esta é a premissa de uma sátira genial ao mundo do RPG e da fantasia épica, perpetrada por Alan Moore, Zander Cannon e Andrew Currie. Enquanto Top 10 é proeminentemente urbana, com incríveis edifícios flutuando centenas de metros acima do chão, naves espaciais, super-heróis e tecnologia, Smax é campestre e prosaica, povoada por anões, castelos, árvores ancestrais, bestas ferozes, arco-íris e magia. Alan Moore desconstrói os elementos tão familiares aos fãs da fantasia e contos de fada. Espadas cantoras, Harry Potter, RPG... nada passa incólume pela sátira do bardo inglês. A saga termina com uma subversão da moralidade convencional, dando um final feliz ao relacionamento entre Smax e sua irmã. Estranhamente, funciona.


    http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/2/28/Supreme_Family.jpg
    11. SUPREMO
    Considerado por muitos como o melhor escritor de quadrinhos de super-heróis da atualidade, o inglês ALAN MOORE nos presenteia com a fabulosa saga de SUPREMO, uma homenagem ao mito do Superman, desde sua criação até os dias de hoje, numa verdadeira viagem no tempo pelos grandes eventos que marcaram a história dos quadrinhos! Mesclando momentos atuais do personagem com flashbacks que retratam com maestria o visual das antigas HQs dos anos 40 e 50, este primeiro livro (de uma coleção de quatro volumes) é o seu guia numa jornada inesquecível pelo gênero dos super-heróis! Vencedor do Prêmio Eisner de Melhor Escritor de 1997!

    Existem mil e uma maneiras de elogiar Alan Moore. Mas independente da forma, há sempre um ponto consensual em todos os textos sobre ele: seu domínio sobre a linguagem dos quadrinhos. A forma como Moore doma suas histórias prova que existe ali uma combinação rara de alguém que, além de ter a herança cultural do senso de humor britânico (leia-se: ácido), soma um conhecimento incrível sobre a própria história das histórias em quadrinhos. Tendo isso posto, sim, o assunto aqui é o último volume da série com o heróico Supremo, a quem muitos chamam de “homenagem” ao Super-Homem, mas que, venhamos e convenhamos, trata-se mesmo de uma grande e muito bem armada sátira a toda a indústria dos super-heróis e particularmente da DC Comics.



    12. A LIGA EXTRAORDINÁRIA
    Londres, 1898. A Era Vitoriana chega ao fim e o século XX se aproxima. É uma época de grandes mudanças e de estagnação, um tempo de completa ordem e caos total. Uma era em busca de campeões!
    Allan Quatermain, Capitão Nemo, Hawley Griffin, Dr. Henry Jekyll, Sr. Edward Hyde e a Srta. Mina Murray são esses campeões e, juntos, formam a Liga Extraordinária. Recrutados pelo enigmático Campion Bond, sob ordens do misterioso "M", estes seis aventureiros trabalham a serviço do império britânico e deverão deter a todo custo o nefasto "Doutor", que pretende dominar a Inglaterra e... o mundo!
    Mas nem tudo é o que parece. Outros fatores misteriosos e muito além do controle também estão em ação. E uma aventura sem igual tem início...

     
    13. A ORIGEM SECRETA DO VINGADOR FANTASMA
    A Origem do Vingador Fantasma. Moore arrebenta. Ele faz páginas duplas, a da esquerda um mortal comum e sua descida ao gueto dos metrôs novaiorquinos e, na página da direita, a descida dos anjos ao inferno. Com base em ambas as narrativas (muito parecidas, diga-se de passagem), acabamos por saber quem era o Vingador Fantasma e o porque ele está aqui.


    14. O PÁTIO
    Publicado em 2003 pela Avatar, a revista é uma adaptação de um texto em prosa escrito por Alan Moore. Foi adaptado por Antony Johnston e ilustrado por Jacen Burrows, tendo como "Editor Conselheiro" o próprio Alan Moore. Recentemente foi lançada em um volume único junto a Nenomicon (que logo abaixo).
    Ela é na verdade uma breve introdução a mais controversa e polêmica revista escrita pelo Alan Moore "Neonomicon".

     Neonomicon
    15. NEONOMICON
    Misteriosos assassinatos atraem a atenção do FBI e, durante a investigação, revelações indicam coincidências muito estranhas.

    Para chegar à verdade, um expert na revolucionária Teoria da Anomalia envolve-se em uma missão sob disfarce, que o leva a um clube que abriga uma seita possivelmente envolvida com os crimes.

    Mas o rumo sobrenatural dos acontecimentos exige a presença de dois outros investigadores, que serão levados ao extremo do horror e aos limites da realidade como a conhecemos.
    A revista é uma grade e polêmica homenagem ao mestre do terror H. P. Lovecraft, com direito a uma tensão crescente, que dá uma ideia do terror físico e psicológico enfrentado pela personagem que é violentada sexualmente por monstro marinho (o mesmo da capa revista)
    Contar algo mais aqui seria puro SPOILER, então baixem a revista e aproveitem e leiam os contos de Lovecraft.


    16. D.R. E QUINCH
    Delinqüentes juvenis? Assassinos em massa? Psicopatas amorais? Eles são tudo isso e muito mais!

    Waldo "D.R." Dobbs e Ernest Errol Quinch são apenas dois estudantes universitários que não vêem problema algum em destruir um planeta habitado ou iniciar uma guerra interplanetária, desde que isso sirva aos seus propósitos.

    Em histórias repletas de humor negro, os dois viajam através do tempo e do espaço aprontando mil confusões, e deixando malucos todos os que tentam impedir seus planos.

    Escritas para a revista inglesa 2000 AD, As Aventuras de D.R. e Quinch se tornaram um dos grandes exemplos da crítica social bem-humorada na Inglaterra. Satirizando e ridicularizando temas como a guerra, o amor, as instituições de caridade e até a indústria do cinema, Moore e Davis mostram nessas aventuras, inéditas no Brasil, porque podem ser considerados dois dos maiores nomes dos quadrinhos... e do humor!
    17. LOST GIRLS
     graphic novel erótica que conta as aventuras sexuais de três importantes personagens femininas fictícias do final do século 19 e início do século 20: Alice, de "Alice no País das Maravilhas"; Dorothy Gale, de "O Mágico de Oz"; e Wendy Darling, de "Peter Pan". Elas se encontram já adultas em 1913 num luxuoso hotel austríaco para descrever e partilhar entre si algumas de suas aventuras eróticas, contando como cada uma delas descobriu os prazeres do sexo.
    A história é escrita por Alan Moore e ilustrada por Melinda Gebbie (que também co-criou e desenhou a série de histórias "The Cobweb" para a revista Tomorrow Stories, da linha de quadrinhos de Moore chamada America's Best Comics). O conceito de personagens de várias histórias co-existindo num mesmo universo também já foi explorado por Alan Moore am A Liga Extraordinária.


     
    18. SPAWN

    Histórias escritas por Alan Moore para o personagem Spawn
    18.1 SPAWN - FEUDO DE SANGUE
    Esta é a mais rara mini-série do Spawn, justamente por ser a primeira

     
    19. THE SPIRIT
    O Grande personagem do maior escritor de gibis de todos os tempos, Will Eisner, tendo uma aventura totalmente contada pelo grand Alan Moore e ilustrada por Dave Gibbons.
     
    20. TOMORROW STORIES
     Tomorrow Stories foi criada por Alan Moore para relembrar os bons tempos em que revistas como Action Comics e Amazing Fantasy nos presenteavam mensalmente com diversos novos heróis que dividiam uma mesma edição para serem avaliados pelos leitores, em uma saudável briga para ver quem tinha condição de manter um título próprio.

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    21. O UNIVERSO WILDSTROM POR ALAN MOORE

    Em O UNIVERSO WILDSTORM POR ALAN MOORE, temos a chance de ler, em um único volume, algumas das suas contribuições mais significativas para o selo WildStorm, mostrando sua versão de personagens como Deathblow, Majestic, Voodoo e WILDC.A.T.s, vivendo aventuras em alguns dos mundos mais exóticos e estranhos que a imaginação humana é capaz de criar.




     22. VODU
    Vodu conta a história de Priscilla Kitaen, recém saída do grupo WildCATS, buscando retomar sua vida longe de Nova Iorque e os tumultos de um grupo de super-heróis, ela se encontra de volta a sua cidade natal Nova Orleans. Mas o destino prepara muitas surpresas para alguém que carrega a alcunha de VODU. Trabalhando como stripper em uma boate ela vai adentrar em meio a um sinistro e misterioso caso policial. 


    Cover for Batman Annual #11

    23.BATMAN: BARRO MORTAL
    "Barro Mortal", é a visão do Cara-de-Barro sobre sua amada. O interessante é a agonia do vilão por um manequim. Na cabeça dele várias coisas ocorrem com a sua amada, inclusive trair ele com seu inimigo mortal vestido de morcego. Muito bacana a história.




    http://osantuario.files.wordpress.com/2012/05/for-the-man-who-has-everything-cover.jpg?w=307;h=467
    24. SUPER-HOMEM: PARA O HOMEM QUE TINHA TUDO
    29 de fevereiro, aniversário do Super-Homem. Batman, Robin e Mulher-Maravilha vão até a Fortaleza da Solidão para comemorar com o Homem de Aço, mas ao chegarem encontram o herói numa espécie de transe, e uma planta presa em seu peito.

    Os três se perguntam quem poderia ter feito aquilo, e a resposta logo chega. Mongul, que planeja começar seu reinado de terror no universo pela Terra, ataca os três. Enquanto a Mulher-Maravilha luta contra o alienígena, Batman e Robin tentam ajudar o Super-Homem. Mas somente o último filho de Krypton pode se livrar da armadilha, abrindo mão do seu maior sonho.

    http://www.universohq.com/quadrinhos/2013/imagens/OAHA_superman.jpg

    25. SUPER-HOMEM: O QUE ACONTECEU COM O HOMEM DE AÇO?
     Em "O que aconteceu ao Homem de Aço", Moore se aproveitou da idéia de que John Byrne iria reformular o personagem após a Crise nas Infinitas Terras e deu a ele um desfecho genial, mostrando o que aconteceu a todos os amigos (Jimmy Olsen, Perry White, lana Lang...) e inimigos (Brainiac, Luthor, MzMxyzptlk). A história tem uma carga dramática muito grande e prende o leitor como poucas no mundo dos quadrinhos. Você só saberá o que aconteceu realmente no fimzinho dela. E só por um pequeno detalhe... Um diamante.


    http://www.guiadosquadrinhos.com/ShowImage.aspx?id=21602&path=operagraphica/s/su0120200.jpg
    26. SUPER-HOMEM E MONSTRO DO PÂNTANO: A CAMINHO DA FLORESTA
    Um meteorito com um misterioso fungo é encontrado por cientistas, que marcam uma coletiva com a imprensa para anunciar a descoberta. O que Clark Kent não esperava é que esse fungo vem de Krypton, e se mostra fatal em 92% dos casos dos infectados. Doente, quase sem poderes e sem esperanças, Clark resolve sair da cidade para morrer em paz, mas o destino faz com quem um acidente coloque o Homem de Aço frente a frente com o Monstro do Pântano. E essa pode ser sua única chance de sobreviver.



    27. CHRONOCOPS
    História recentemente publicada na revista "Megazine" lançada pela Mythos Editora (ainda está nas bancas - COMPREM)
    Scans: Guto Mesquita


     28. A VOZ DO FOGO
     Em treze histórias, Voz do Fogo narra a vida de extraordinários personagens que viveram na mesma região da Inglaterra durante 5 mil anos. Jovens bruxas, velhos guerreiros, poetas loucos e cabeças falantes pintam a história de Northampton com uma paleta sombria e estonteante.
    O lado obscuro da história da humanidade é visto de um único lugar. Ligados geograficamente num raio de 18 quilomentros, embora separados por um espaço de 5 mil anos, cada capítulo desta novela traz uma voz diferente das cinzas do passado. Logo no primeiro capítulo, o autor surpreende ao inventar uma linguagem inusitada. São em torno de 400 vocábulos que, supostamente, reproduzem a fala e o modo de pensar dos homens da pré-história. Na tradição de Kipling, Borges e Schwob, Moore entrelaça fatos e ficção em contos assombrados pela luxúria, fantasmas e desejo.


    Aguardem.
    Em alguns dias, a segunda parte do Especial Alan Moore estará por aqui.

    6 comentários:

    Ademir disse...

    Sensacional!!!!
    Vou começar a baixar agora mesmo!
    Quanto a parceria, lógico!
    É muito bem vindo!!! :)
    Mas, não tenho muito tempo para atualizar o blog, infelizmente! :(
    De qualquer forma, será um prazer!
    Obrigado!
    Abs!

    h2o disse...

    Muito bom mesmo o post mesmo.
    Sensacional. Muito bom trabalho.

    Agora se possível arrume o Top 10 Vol1. Obrigadão.

    she.venom disse...

    o link do batman foi deletado

    Ademir disse...

    Aguardando a parte II! :)
    Obrigado!

    Fernando Henrique De Castro disse...

    Muuuito booooommmm!!!!,
    Otimo post baixando tudo valew

    Everton M. da Silva disse...

    Monstro do Pântano http://www.4shared.com/folder/833bBKPg/Monstro_do_Pantano.html

    Prato cheio de gibis (CTRL+F)

    100 balas 1001 Comics 2 Clicks para o Inferno 2001: Odisseia no Espaço 365 Samurai e alguns copos de arroz A Arte da Guerra em Quadrinhos A Canção da Magnun A Casta dos Metabarões A Era Metalzoica A Guerra de Luz e Trevas A Ilha do Tesouro A Lenda de Isis A Magia de Aria A Marca da Feiticeira A Morte do Capitão Marvel A Saga de Thanos A Teoria do Caos A Vingança do Submundo a voz do fogo adaptações adulto Adventures in the dc universe Alien All Star Comics America's Greatest Comics American Flagg Apache Skies Aquaman Arena Arkadian Arqueiro Verde artbook As Aventuras de Luther Arkwright Ás Inimigo asterix Átomo aula de gibi Avatar Press Avengers Aventuras de um empregado japonês Azul é a cor mais quente Bad World Badlands Ballistic batman beatles Behind Watchmen beowulf Biblia Bibliografia biografia Black Kiss Black Phanter Black Terror Blade Runner Blanche Epifany Blood Blueberry Boas Festas Bone Bump Caçadora calendário capas Capitão América Caricaturas Cartas Selvagens Cartões de Identidades cartoons Cavaleiro Solitário Cerebrus Champions Classic Chernobil cicatrizes Clássicos ilustrados Codex Arcana Coisa coletânea Colossus Comic Book Encyclopedia Comic Canceled Cavalcade comics Conan Concreto Contatos Imediatos do Terceiro Grau Contos Contos de Asgard Coringa corto maltese crossover Curiosidades Cyblade Darkness Dawn Dc Universe Online Legends demolidor Demônio da mão de vidro dentes-de-sabre Destrutor Diabolik dicionário Dick Tracy Disney divine right do inferno doctor solar documentário dolly Doom Patrol Dr. Estranho Drácula Dreadstar druuna Duna Echo El Diablo Elektra Elric elseworld em espanhol Em Francês Em italiano Emily The Strange Enciclopedia Epic Ilustrated Especiais Espectro Eternals Eu sou a lenda Eu vi... Exterminador 17 Exterminador do Futuro fables fábulas Falcão Negro Fangoria Comics Fantasma Fathom Fera filmes Firekind Flash Flash Gordon fontes para diagramação four star Fusão Galactus Gandhi Gerações Ghost Rider GI Joe gibis Girl & Boy Golem graphic novel Guarda Rato Guerra Kree Skrull Guerras Secretas Guerreiro guia Gun Runner Gunfire Harbinger Harley Quinn hawkman Haywire hellboy Hellraiser heroes Heróis em Ação Hieroglyph História da França Histórias curtas Holy Terror homem-aranha homem-de-ferro How to draw Howard the Duck Hq Européia Hulk Huntress ilustrações immortel Independência do Brasil Infestation Inimigos Comuns Invisíveis Iron and the Maiden Ivan Brun jogo Jonah Hex Jonny Double Jornada nas Estrelas Joseph Judge Dredd Justiceiro Kamandi Kitty Pride komiker Krazy Cat Kripta Krishna Lanterna Verde last man Last Planet Standing Legião Alien Legião dos Super-Heróis Leitura da semana LEOG Liefeld liga da justiça liga extraordinária livro Lobisomem Loki Lone Ranger Lorde Takeyama Man of Steel Mansão dos Segredos Marada Marshal Law Marvel Adventures marvel atlas Marvel Treasury Menz Insana Modern Master Modesty Blaise monstro do pântano Moonshadow Mordillo Morto do Pântano mortos-vivos mouse guard Ms. Marvel mulher maravilha Mulher-Gato músicas Namor Nick Fury Novo Universo O Detetive Sem Nome O Fantasma O Hobbit O Jardineiro Molhado O Livro das Trevas O monge e o demônio O Sombra Obergeist Oldboy oneshot Ópera gráfica Os Pequenos Perpétuos Pantera Negra pergunta Pernalonga Phantom Pinóquio Piratas do Tietê Pixotes Poder Supremo Popeye Power Company Predador pride of bahgdad primeira edição Príncipe Valente programa promethea quadrinho alternativo quadrinho nacional quadrinhos Quarteto Fantástico Ramayana Reinos Esquecidos Retenção Robotech ROM Runaways sandman Sargento Rock scketchbook Secret Agent X-9 Secret City Segunda Guerra Mundial Sem Comentário Shadowhawk short stories Silver Age of Comics silver star Silver Surfer Sin City Six from Sirius Sky Doll smax sounds spirit Star Trek Star Wars stardust Starman Strange Tales Strange Tales MAX Strangers in Paradise supeman super-homem Superboy Superhero woman supremo Supremos Surfista Prateado Tales of Mystery Tarzan Terminator Terra terror Thanos The Human Race The Mighty The Milkman Murders The Nazz The Nine Rings of Wu-Tang The Spirit of the Tao The Thnig from Another World The Twilight Zone Thor thunderbolts Tio Patinhas tirinhas tom strong top 10 Top Cow top ten TOP TOP TOP TOP-NOTCH COMICS Torneio de Campeões Transformers Transmetropolitan Trapalhões trinity Turma da Mônica Two-fisted Ultra-sete Usage Yojimbo v de vingança Vampirella veils Vigilante Vincent & Van Gogh vingadores Viúva Negra Void Indigo wanted War of the Independents Warlord watchmen what if wildstorm Witchblade wizard Wolverine Woman of Marvel Wonder Woman World War Hulks Wulf x-men Y zumbis

    Em algum lugar do passado...

     

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    Komiker Master é o líder supremo de todo Universo Komiker. Além disso, ele o único portador a espada prata que singra o espaço e que deixa até o Chuck Norris com medo quando escuta o tão famoso e temido WAAAAADJÁÁÁÁÁ

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